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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

O fim do Contra Informação

Hoje, às 22h22, vai para o ar o último programa. A não perder.


Destes, das caricaturas, já nos livramos - com muita pena minha. Mas o que nós queríamos mesmo era ver-nos livres dos outros...

sábado, 20 de novembro de 2010

Upside Town

Hoje Lisboa está assim:

E já vi uns quantos por aí...



Note-se que já cá não vinha há um bom par de anos (ainda bem...), mas hoje tinha de estar aqui...

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Black Blocks. Polícias portuguesas em alerta geral, just in case...

From Evernote:

Black Blocks. Polícias portuguesas em alerta geral, just in case...

Não há certezas sobre nada. Se há violência ou se os protestos são pacíficos. Mas aqui fica o alerta para quem, nos dias 19 e 20 de novembro, quiser "assistir" à cimeira da NATO:

A plataforma Not to War - No to NATO apoia a manifestação da Plataforma portuguesa Anti-guerra - anti-Nato (PAGAN), marcada para as 15 horas de sábado - dia 20 de Novembro - na Praça do Marquês de Pombal em Lisboa. Esta é a única informação confirmada sobre protestos que envolvem a cimeira da NATO. Como os Black Blocks não são um movimento, mas antes uma estratégia, a questão é saber se há manifestantes dispostos a avançarem para esse tipo de comportamento. Ou se os elementos considerados perigosos virão para Lisboa.


A PAGAN convocou para a semana toda, a partir da segunda-feira, dia 15, uma série de eventos que passam por conferências, leituras e workshops na Escola Secundária de Camões, em Lisboa. O ponto alto é o encontro e manifestação no Marquês com a presença de activistas e políticos ingleses, franceses, espanhóis, alemães e portugueses, entre os quais o antigo deputado e dirigente anti-fascista, Mário Tomé. Todavia, a PAGAN esclarece que "não está envolvida em preparativos de acções violentas" e acrescenta que já transmitiu as suas intenções "às autoridades policiais, com as quais realizou uma reunião formal no passado dia 27 de Outubro".


Uma posição que não parece merecer o consenso dos militantes anarquistas, uma vez que muitos estão dispostos a usar a violência. Entre as muitas mensagens que circulam na Net, há quem faça ameaças como "quem morar por aqueles lados (Parque das Nações) deixe o carro bem longe". Ou quem garanta que já há manifestações violentas convocadas para o dia 19 através de redes sociais como o Facebook.


Certezas não há, como confirma o presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT), José Manuel Anes, que garantiu ao i que "tudo vai depender da informação entre as diversas polícias europeias". No entanto, acrescentou o responsável, o perigo pode mesmo vir do país vizinho, onde terão sido detectados campos de treino paramilitar destinados a movimentos anarquistas. Relativamente a ameaças islâmicas, José Manuel Anes referiu que apesar da aparente calma no nosso país, o perigo é, mais uma vez, a possibilidade da vinda para Portugal de algum comando radical. E, nesse caso, alguns elementos islâmicos poderiam ver-se obrigados a colaborar com elementos de fora. Uma incógnita.


Novos especialistas A PSP multiplica-se em iniciativas que possam obviar os receios de um fim-de-semana violento em Lisboa. Hoje mesmo, 60 elementos do Corpo de Intervenção terminam o Curso de Ordem Pública, o que para a corporação é mais "uma importante fase da preparação para a Cimeira da NATO". Também hoje, a PSP promove um exercício com cenários hipotéticos para aferir a coordenação entre forças de segurança, forças armadas e serviços de protecção e socorro.


Alguns elementos das forças de segurança não estão descansados. Desde logo o local da Cimeira - Parque das Nações -, ideal para semear o pânico, uma vez que a maior parte dos edifícios estão revestidos a vidro. Ou, pior ainda, pelo menos no que diz respeito à intervenção policial, no centro de Lisboa. As ruas estreitas e a facilidade do "hit and run" (atirar e fugir).

Fonte: Jornal i 

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Google e a Life Magazine

Eu tento sempre encontrar os melhores sítios e partilhá-los com os meus leitores, os 3 ou 4 que cá passam :) Embora seja uma área que em nada se cruze com a minha actividade profissional, gosto de história contemporânea, fotografia e fotojornalismo. Por isso hoje recomendo um sítio imperdível, Google/Life, onde pode encontrar muitas imagens entre 1860 e 1970. Este site resulta de uma parceria entre a Life Magazine e a Google.

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Aproveitem as imagens, para transformar em wallpapers, e não se esqueçam que podem procurar imagens por décadas, categorias ou simplesmente fazer uma busca por um tema à vossa escolha no campo de pesquisa. Um sítio que vale bem a pena um olhar atento.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

PЯopaganda

Propaganda sim, mas da boa, nada destas coisas de atirar areia para os olhos :)























quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Crise de números e de valores

Enquanto uns se banqueteiam e outros obtêm lucros astronómicos, há crianças que chegam à escola com fome. E isto passa-se aqui mesmo debaixo dos nossos narizes, segundo o director municipal do Desenvolvimento Humano e Social da autarquia de Coimbra. E é uma situação que se agrava a cada dia, garanto-vos que algo de muito grave se está a passar na sociedade portuguesa. Pela minha actividade profissional tenho vindo a assistir a cada vez mais casos de crianças mal nutridas, para não dizer esfomeadas, que nos chegam ao Hospital. Antes de ser médico sou um ser humano, que com o máximo de sensibilidade, tento resolver alguns desses problemas. A ética obriga-me a denunciar certos casos, mas muitos outros casos há que, não havendo maus tratos, desleixo dos tutores ou omissão dos deveres, mesmo assim as crianças não estão a receber tudo a que têm direito. São estas situações, que se perpetuam na nossa sociedade, e que já uma vez me fizeram abandonar o país. A experiência de viver em EUA antes, durante e após o 11 de Setembro foi fascinante, mas as razões familiares ditaram um regresso. Mas de facto é difícil de aqui viver, a impunidade a que os nossos responsáveis se habituaram é algo de difícil de acreditar. Já nem há pudor no momento de roubar os mais desfavorecidos, e agora mais do que nunca. Razão tem o meu amigo Bruyn Orkall, quando diz 'estou farto desta gentalha, o refugo de uma outrora desaparecida escória salazarenta'. Eu também Xavier, eu também...

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Imagens do dia (03.11.2010)

Scenes from Election Night 

Fallen: Republican Senate candidate Christine O'Donnell waits to go onstage to deliver her concession speech at an election-night rally in Dover, Del.
Jason Reed / Reuters

Power Shift: Tea Party Patriots members at an election-night party in Washington, D.C., celebrate the announcement that Republicans had gained the majority in the House of Representatives
Ann Heisenfelt / AP

Through the Glass: Senator John McCain is reflected on a teleprompter as he celebrates his victory with his daughter Meghan in Phoenix.
Joshua Lott / Reuters

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Eleitores americanos querem processar o Dr. Obama

Uma ambulância pára na berma da estrada para assistir um homem que sofreu um ataque cardíaco.
O paciente sobrevive após intervenções desesperadas e é levado para o hospital, onde recupera parcialmente. Dois anos depois, sente-se revoltado em lugar de estar grato pela assistência prestada. Decide processar médicos e paramédicos alegando que estaria como novo se não tivessem interferido. O ataque cardíaco, esse, é coisa de somenos importância. Garante que estaria de perfeita saúde se o tivessem deixado em paz.
É nesta situação que se encontra o Dr. Barack Obama. Grande parte dos americanos já esqueceu a gravidade do ataque cardíaco financeiro que o país sofreu no Outono de 2008. Os Republicanos convenceram muitos eleitores de que foi a intervenção dos Democratas e não a catástrofe arquitectada por George W. Bush que esteve na origem desse enfarte. Em suma, estamos perante um golpe de propaganda.
Será que Obama é responsável por esta situação? Não e sim. Não é responsável porque, na teoria, ministrou o tratamento certo; e sim, é responsável porque, na prática, se mostrou demasiado cauteloso.
Importa relembrar o contexto. As grandes crises financeiras provocam danos a longo prazo. Num texto de Carmen Reinhart, da Universidade de Maryland, e Kenneth Rogoff, de Harvard, revisto e actualizado recentemente, lê-se que "em regra, as repercussões de uma crise financeira grave têm em comum três características. Primeiro, os colapsos dos mercados de activos são profundos e prolongados no tempo. Segundo, estão associados a quedas acentuadas no produto e no emprego. Terceiro, o valor real da dívida das administrações públicas tende a disparar". Como é sabido, os riscos avolumam-se durante o ‘boom sem que ninguém lhes preste atenção para, depois, se materializarem no rebentamento.
A Profª. Reinhart e Vincent Reinhart, do American Enterprise Institute, realçam no estudo apresentado no início deste ano no simpósio de política económica em Jackson Hole, que os EUA apresentam sintomas idênticos aos de outros países de rendimento elevado, nomeadamente Espanha, Reino Unido e Irlanda, como sejam uma subida acentuada nos preços imobiliários, no crédito e nos balanços do sector financeiro. Nos EUA, entre 1997 e 2007, os preços imobiliários reais aumentaram 87%, o rácio entre a dívida do sector financeiro e o PIB cresceu 52% e o rácio entre o total da dívida privada e o PIB disparou 101%. Uma verdadeira bomba relógio. Segundo o estudo de Reinhart e Reinhart, o que dificultou ainda mais a gestão da crise foi o facto desta ser a maior crise financeira global desde a II Guerra Mundial.
Como se tem comportado a economia americana nesta crise? Bastante bem, nalguns aspectos, em particular no que respeita ao produto económico, e menos bem noutros, como é o caso do desemprego. O PIB real per capita - em paridade de poder de compra - caiu em média 5,4%. Nas crises anteriores, a taxa de desemprego cresceu em média 7%, ao passo que desta vez subiu 5,7 pontos percentuais.
O contraste entre o fraco desempenho ao nível do desemprego e o bom desempenho em termos de produto permite-nos estabelecer uma comparação entre os EUA e outros países de rendimento elevado, tendo por base os padrões históricos. Apesar de estarem no epicentro da crise, os EUA registaram uma descida proporcionalmente menor no produto face a outros países de rendimento elevado, com excepção da França. Porém, o desemprego cresceu mais rapidamente nos EUA do que noutros países. Porquê? Porque a sua taxa de produtividade cresceu a um ritmo excepcionalmente rápido, em particular durante o ano de 2009.
O que nos diz este desempenho sobre a política dos EUA? Diz-nos que teve sucesso nas questões que procurou solucionar e que foi menos bem sucedida naquelas que não tentou debelar.
Segundo referiu Lawrence Summers, conselheiro económico do Presidente Obama, na conferência "View from the Top" que o FT organizou a 7 de Outubro em Nova Iorque, a administração americana centrou os seus esforços no "regresso à estabilidade e na reposição da confiança e dos fluxos de crédito por forma a sustentarem uma retoma robusta". Eis os elementos-chave: apoiar o sistema financeiro através do programa de compra de activos tóxicos (Tarp) herdado da administração anterior, dar garantias financeiras, submeter as instituições bancárias a ‘stress tests' e implementar o estímulo orçamental paralelamente às acções tomadas pela Reserva Federal para sustentar os fluxos de crédito.
Estas políticas visam, por natureza, sustentar a procura e consequentemente o produto, sendo que têm impacto indirecto quer no emprego quer no desemprego. O crescimento excepcionalmente forte da produtividade nos EUA permitiu um desempenho mediano em termos de produto e evitou que o desemprego disparasse. Ora, seria de esperar que os defensores do mercado livre chegassem à seguinte conclusão: a economia dos EUA e o seu mercado laboral, em particular, continuam flexíveis sob a batuta deste presidente "socialista". Tal como também seria de esperar que chegassem a uma segunda conclusão: é necessário um estímulo orçamental substancialmente maior. Importa sublinhar que foi bastante modesto - menos de 6% do PIB, ou seja, menos de um quinto dos défices cumulativos de 2009, 2010 e 2011 - e ter em conta que a política monetária caiu na armadilha da liquidez.
Não se pode dizer que as políticas adoptadas falharam ou que foram imprudentes. Foram, isso sim, demasiado tímidas e, como tal, não poderiam ter êxito. Um dos principais erros foi não visarem directamente o mercado laboral, quiçá reduzindo temporariamente o imposto sobre os salários pagos pelas empresas (‘payroll taxes'). Mas não só. Houve outros erros. O esforço para diminuir o endividamento das famílias deveria ter sido muito maior.
No entanto, olhando para trás, verificamos que até o odiado programa Tarp parece extraordinariamente eficaz. Como sublinhou Summers, o programa irá custar aos contribuintes cerca de 33% do PIB. Isto é, um valor substancialmente inferior ao custo do ‘bail out' das instituições de crédito e de aforro na década de 1980, e substancialmente inferior aos custos orçamentais directos de crises idênticas noutros países.
Infelizmente, os Republicanos convenceram um elevado número de eleitores americanos de que o paciente estaria hoje de perfeita saúde se o tivessem deixado em paz. Muito embora isto seja pura ficção, a verdade é que os eleitores raramente valorizam os esforços do governo para evitar calamidades. Concentram-se apenas naquilo que fica aquém das suas expectativas. Obama não recebe louros por evitar a catástrofe, mas é responsabilizado pelas expectativas goradas. Além disso, a sua retórica ambiciosa tem acentuado a desilusão.
Como já se percebeu, o presidente cometeu um enorme erro estratégico por exigir muito pouco ao povo americano, dando aos seus opositores um forte argumento: os Democratas levaram o seu plano por diante, mas este falhou. O presidente poderia dizer que não é responsável pelo fracasso da iniciativa se tivesse exigido e não obtivesse o que pediu. O impasse político é inevitável e vai bloquear novas iniciativas. Tudo indica que a próxima década está perdida. Se assim for, as consequências para os EUA e o resto do mundo serão catastróficas.
Exclusivo Financial Times
Tradução de Ana Pina

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Martin Wolf, Colunista do Financial Times

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

A crise em números (Breves)

O que se pede ao comum cidadão é sacrifício. Muito sacrifício. Ao pouco que se tem devemos aceitar que se tire mais um pouco, a bem da Nação e do sector público que, coitadinho, precisa de injecção de capital. As vozes que se levantam perante mais uma 'roubalheira' são logo apelidadas de pessoas que não se sacrificam para o bem da Nação. Essa Nação que tão bem trata os seus, com reformas de luxo (para alguns), escolas e hospitais de qualidade insuspeita e de acesso gratuito (para alguns). E de estradas sem custos para os utilizadores (para alguns). 
Essa Nação que é Mãe para uns e Madrasta para os outros pede a quem nada tem que se subtraia o impossível. Que viva de nada e que se contente porque é para o bem da Nação. 'E do sector público que, coitadinho, precisa de capital'. E depois lemos estas notícias e pensamos que a 'roubalheira' ainda agora começou...

Lucro do BCP sobe 22% com Polónia

Portucel duplicou lucros até Setembro

Jerónimo Martins prevê recorde de vendas

Lucro da Galp sobe 48,5% no 3.º trimestre

Impresa lucra mais e reitera previsões

Ineficiência dos investimentos públicos é escandalosa, diz Silva Lopes 

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

COMUNICADO DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO AOS PAIS DOS ALUNOS DO 1º CICLO

Caros Pais e Encarregados de Educação,

Em virtude do Orçamento de Estado para 2011 contemplar o  aumento do IVA de 6% para 23% no leite com chocolate que é fornecido pelos estabelecimentos de ensino público, aos alunos, informa–se que por este motivo passa a ser disponibilizado aos mesmos, pela manhã, 1 (um) pacote de vinho Tinto/Branco PORTA DA RAVESSA ou ERMELINDA FREITAS Tinto/Branco/Rose/Syrah/Espumante, pelo facto de manter  a taxa de IVA a 13%.


A Ministra
Isabel Calçada

domingo, 10 de outubro de 2010

Assim anda a política portuguesa...

Ao ler um texto como este percebe-se o porquê de Portugal estar na banca rota. Um político, deputado por Braga, que ganha 3.700€00, mais despesas de custo diárias, acha que... ganha pouco e que a Assembleia da República deveria ter a cantina aberta durante a noite! Cá está a pérola que pode ser lida no Jornal Expresso:

O deputado do PS Ricardo Gonçalves gostava de ter a cantina da AR aberta ao jantar. Isto porque 3700€/mês que aufere "não dão para tudo". Fiquei com um "aperto no coração" ao ler isto.

Pensava que nada me podia surpreender na política, mas eis que um deputado me acorda para a triste realidade: Portugal. O absurdo é o limite. O horizonte da estupidez ganha novos desígnios e contornos todo o santo dia. Ao deputado Ricardo Rodrigues dos gravadores junta-se agora o deputado Ricardo Gonçalves das refeições.
Se o primeiro meteu gravadores no bolso. Este afirma que o que lhe põem no bolso não chega para tudo, mesmo que seja um valor a rondar os 3700€/ mês. Uma miséria. "Se abrissem a cantina da Assembleia da República à noite, eu ia lá jantar. Eu e muitos outros deputados da província. Quase não temos dinheiro para comer" Correio da Manhã (vou fazer uma pausa para ir buscar uns kleenex...)
O corte de 5% nos salários irá obrigá-lo, como "deputado da província", a apertar o cinto e consequentemente o estômago, levando-o a sugerir com ironia mas com seriedade (!?) a abertura da cantina da AR para poder jantar. Uma espécie de Sopa dos Pobres mas sem pobres e sem vergonha. Só com políticos, descaramento e sopa.
"Tenho 60 euros de ajudas de custos por dia. Temos de pagar viagens, alojamento e comer fora. Acha que dá para tudo? Não dá" Valerá a pena acrescentar alguma coisa? Não me parece. Só dizer que as almôndegas que comi ao jantar não se vão aguentar no estômago durante muito tempo depois de ter feito copy/paste desta declaração
Mas continuando a dar voz ao Sr. Deputado: "Estamos todos a apertar o cinto, e os deputados são de longe os mais atingidos na carteira". Pois é, coitadinhos, andam todos a pão e água. Alguns são meninos para largar os bifes do Gambrinus.
Bem sabemos que os grandes sacrificados do novo pacote de austeridade do Governo vão ser os senhores deputados. Ninguém tinha dúvidas quanto a isto. E ajuda a explicar o "aperto de coração" que o Primeiro-Ministro sentiu ao ter de tomar estas "medidas duras". Sabia perfeitamente que ao fazê-lo estava a alterar os hábitos alimentares do Sr. Deputado Ricardo Gonçalves, o que é lamentável.
Que tal um regresso à província com o ordenado mínimo e um pacote senhas do Macdonalds? Ser deputado não é o serviço militar obrigatório. Pela parte que me toca de cidadão preocupado está dispensado. Não o quero ver passar necessidades.
Há quem sobreviva com pensões de valor equivalente a 4 dias de ajudas de custo do senhor deputado. Quem ganha o ordenado mínimo está habituado a privações, paciência. Agora com 3700€ por mês e 60€/dia de ajudas compreendo que seja mais difícil saber onde cortar. Podíamos começar por cortar na pouca-vergonha. Mas isso seria pedir demais.

Pode ler o artigo no Expresso.
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