a) ... um árbitro é agredido violentamente por um adepto de um clube, e os restantes "colegas" não se pronunciam sobre o assunto;
b) ... um presidente critica, justamente, as fracas arbitragens portuguesas e todos os árbitros da 1ª e 2ª Liga se recusam a arbitrar os jogos desse clube;
c) ... um árbitro dos escalões regionais apita, com extrema competência [Algo que os principais árbitros quase nunca conseguem fazer], um jogo entre clubes profissionais da 1ª Liga;
d) ... o Presidente de um dos clubes grandes, sempre loquaz e disposto a clamar por justiça, esteja neste momento comprometidamente mudo;
e) ... um treinador que é beneficiado em duas jornadas seguidas consiga, mesmo assim, clamar por justiça. Podemos começar pelos próprios jogos? Sempre era um princípio;
f) ... um treinador de futebol de um clube fora do círculo dos "3 grandes" achar que o seu clube é candidato ao título e ninguém dar o devido destaque a tão corajosas, e imprudentes, declarações;
e) ... um clube contrata 14 jogadores para uma nova temporada e 4 deles estão no estaleiro practicamente desde o início. [Se precisarem de um médico avisem...];
f) ... desses 14 reforços 3 são pontas de lança, 3 são extremos, e mesmo assim ainda se pensa em contratar mais avançados;
f) ... um clube trata "como um cão" um ser humano / jogador de futebol. Nas palavras do próprio: "O Benfica é um clube grande, com adeptos fantásticos, mas que é comandado por gente pequena". Rui Costa incluído, o que na verdade já não me espanta.
PS: Atente-se pelo menos ao ponto c. Será que as péssimas arbitragens registadas em Portugal são mesmo fruto de "erros humanos desculpáveis". Agora, depois de ver um árbitro dos regionais a apitar, estou em crer que não. Já estou farto da desculpa d'os erros humanos, ou o raio que os parta.








