Alexander Berkman, Anarchist Leader (and Lover of Emma Goldman) Speaks to IWW Rally, Union Square, New York City 1914 Uncredited Photograph
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Os 50 melhores Websites de 2011
Eu gosto de rankings, como este da prestigiada revista TIME, que destaca os 50 melhores sites de 2011. Entre eles poderemos ver uma vasta panóplia de sites para todos os gostos. Pessoalmente gosto, e muito de alguns como o Google + [rede social do Google, bem melhor que Twitter e Facebook], 8 tracks, Howcast, Turntable.fm, Dear Photograph [alguns dos meus posts aqui foram lá inspirados], o fabuloso Proust, [que já ajudou a saber umas coisas da minha familia Holandesa], o interessante Big Think, [que vale bem a pena uma leitura atenta], o indispensável Instapaper [na verdade uso o Read It Later], o ScienceDaily, DuckDuckGo, [um revivalismo do Google original, não se iludam com a aparência, é um belo motor de busca...], o "muito americano" Kickstarter, onde se coloca lá uma ideia a ver se aparecem investidores, LearnVest um site especializado na ajuda das finanças para as mulheres, que vai fazer furor entre... os homens. O muito útil
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segunda-feira, 16 de maio de 2011
El sueño
Si el sueño fuera (como dicen) una
tregua, un puro reposo de la mente,
¿por qué, si te despiertan bruscamente,
sientes que te han robado una fortuna?
¿Por qué es tan triste madrugar? La hora
nos despoja de un don inconcebible,
tan íntimo que sólo es traducible
en un sopor que la vigilia dora
de sueños, que bien pueden ser reflejos
truncos de los tesoros de la sombra,
de un orbe intemporal que no se nombra
y que el día deforma en sus espejos.
¿Quién serás esta noche en el oscuro
sueño, del otro lado de su muro?
Jorge Luis Borges. El otro, el mismo (1964)
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quarta-feira, 27 de abril de 2011
Palavra do dia: conventículo
conventículo
(latim conventiculum, -i, pequena reunião, local de reunião)
s. m.
1. Reunião clandestina que só maquina o mal.
2. Assembleia de feiticeiros, bruxas ou afins.
3. Casa de prostituição. = alcoice, bordel, lupanar
Lendo isto e também isto...
(latim conventiculum, -i, pequena reunião, local de reunião)
s. m.
1. Reunião clandestina que só maquina o mal.
2. Assembleia de feiticeiros, bruxas ou afins.
3. Casa de prostituição. = alcoice, bordel, lupanar
Lendo isto e também isto...
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Boxadrez é o que está a dar!
A modalidade tem pouco mais de três anos, mas o duelo entre a força e o raciocínio está na moda. Londres rendeu-se e agora não quer outra coisa...
Esqueça o socialmente correcto. Se um adversário lhe ficar com o bispo durante um jogo de xadrez é perfeitamente legítimo que pense: "Raios! Daqui a dois minutos já te dou um murro no queixo!" A não ser, claro, que na próxima jogada ouça da boca meio ensanguenta do seu adversário um "xeque-mate". Aí já não há nada a fazer. Vai ter de refrear os ânimos e aceitar a derrota. A modalidade que tem tudo para agradar aos Rockys e aos Einsteins deste mundo pulou da banda-desenhada para a vida real.
Primeiro a luz fica mais fraca, até a sala se transformar numa espécie de clube nocturno. O ringue permanece misteriosamente iluminado e quando a campainha toca os dois pugilistas sentam-se à mesa e põem os auscultadores. Ignore o facto de os dois homens estarem de calções e tronco nu. O primeiro assalto podia ser para nerds com óculos fundo de garrafa e camisa abotoada até ao pescoço. Os mais desconfiados vão achar que se trata de uma cena para "Os Apanhados", mas só até ao próximo round. Depois do primeiro gancho a brincadeira fica séria. Não é boxe, não é xadrez. É boxe-xadrez (ou boxadrez). A modalidade é relativamente recente, mas já conquistou a Europa e, imagine-se, até virou moda em Londres, palco dos grandes torneios mundiais.
Regras
Se pretende aventurar-se no boxe-xadrez, saiba que não basta ter a pujança física de um Mike Tyson ou a mente brilhante de Garry Kasparov. Tem de ser um pouco dos dois. Uma espécie de "Tysarov". A modalidade consiste em 11 assaltos alternados de boxe e xadrez. Primeiro joga-se uma partida de xadrez durante quatro minutos, depois três minutos de boxe, e assim sucessivamente. Há um intervalo de um minuto entre as rondas, e ganha quem fizer primeiro xeque-mate (jogada que põe fim à partida do tabuleiro) ou então quem deixar o adversário KO. (knockout). Se no fim dos 11 assaltos o jogo estiver empatado, vence quem tiver arrecadado mais pontos no boxe. Caso ainda exista uma igualdade, ganha o adversário que jogou com as peças pretas.
Origem
Amesterdão foi a primeira cidade a receber um Campeonato do Mundo de boxe-xadrez, em 2003. O artista holandês Lepe Rubingh inspirou-se na banda-desenhada do cartoonista Enki Bilal, e deu vida a um conceito que já existia na ficção francesa desde 1992. Rubingh achou que a modalidade descrita no livro - uma luta de boxe seguida de uma partida de xadrez - era impraticável e decidiu promover uma competição com assaltos alternados. Desde aí, o boxe-xadrez tem atraído centenas de profissionais na Europa. "A luta é feita no ringue e as guerras são travadas no tabuleiro", é este o mote da Organização Mundial de Boxe-Xadrez, que já conta com clubes oficiais em Berlim, Londres, Sófia (Bulgária) e Los Angeles. Correcção, clubes intelectuais de luta, como são conhecidos. Ao contrário do que se possa imaginar, os adeptos da modalidade defendem que a dinâmica do boxe e do xadrez não são assim tão desiguais. O conceito da disputa é basicamente o mesmo: protecção e ataque. A diferença reside no local onde são travados.
Fonte: Jornal i
Esqueça o socialmente correcto. Se um adversário lhe ficar com o bispo durante um jogo de xadrez é perfeitamente legítimo que pense: "Raios! Daqui a dois minutos já te dou um murro no queixo!" A não ser, claro, que na próxima jogada ouça da boca meio ensanguenta do seu adversário um "xeque-mate". Aí já não há nada a fazer. Vai ter de refrear os ânimos e aceitar a derrota. A modalidade que tem tudo para agradar aos Rockys e aos Einsteins deste mundo pulou da banda-desenhada para a vida real.
Primeiro a luz fica mais fraca, até a sala se transformar numa espécie de clube nocturno. O ringue permanece misteriosamente iluminado e quando a campainha toca os dois pugilistas sentam-se à mesa e põem os auscultadores. Ignore o facto de os dois homens estarem de calções e tronco nu. O primeiro assalto podia ser para nerds com óculos fundo de garrafa e camisa abotoada até ao pescoço. Os mais desconfiados vão achar que se trata de uma cena para "Os Apanhados", mas só até ao próximo round. Depois do primeiro gancho a brincadeira fica séria. Não é boxe, não é xadrez. É boxe-xadrez (ou boxadrez). A modalidade é relativamente recente, mas já conquistou a Europa e, imagine-se, até virou moda em Londres, palco dos grandes torneios mundiais.
Regras
Se pretende aventurar-se no boxe-xadrez, saiba que não basta ter a pujança física de um Mike Tyson ou a mente brilhante de Garry Kasparov. Tem de ser um pouco dos dois. Uma espécie de "Tysarov". A modalidade consiste em 11 assaltos alternados de boxe e xadrez. Primeiro joga-se uma partida de xadrez durante quatro minutos, depois três minutos de boxe, e assim sucessivamente. Há um intervalo de um minuto entre as rondas, e ganha quem fizer primeiro xeque-mate (jogada que põe fim à partida do tabuleiro) ou então quem deixar o adversário KO. (knockout). Se no fim dos 11 assaltos o jogo estiver empatado, vence quem tiver arrecadado mais pontos no boxe. Caso ainda exista uma igualdade, ganha o adversário que jogou com as peças pretas.
Origem
Amesterdão foi a primeira cidade a receber um Campeonato do Mundo de boxe-xadrez, em 2003. O artista holandês Lepe Rubingh inspirou-se na banda-desenhada do cartoonista Enki Bilal, e deu vida a um conceito que já existia na ficção francesa desde 1992. Rubingh achou que a modalidade descrita no livro - uma luta de boxe seguida de uma partida de xadrez - era impraticável e decidiu promover uma competição com assaltos alternados. Desde aí, o boxe-xadrez tem atraído centenas de profissionais na Europa. "A luta é feita no ringue e as guerras são travadas no tabuleiro", é este o mote da Organização Mundial de Boxe-Xadrez, que já conta com clubes oficiais em Berlim, Londres, Sófia (Bulgária) e Los Angeles. Correcção, clubes intelectuais de luta, como são conhecidos. Ao contrário do que se possa imaginar, os adeptos da modalidade defendem que a dinâmica do boxe e do xadrez não são assim tão desiguais. O conceito da disputa é basicamente o mesmo: protecção e ataque. A diferença reside no local onde são travados.
Fonte: Jornal i
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sexta-feira, 1 de abril de 2011
Palavra do dia: Conação
[calma, ainda não estou completamente louco]
conação
(latim conatio, -onis, esforço, empenho)
s. f.
1. Psicol. Processo mental de formação da vontade e da intenção.
2. Esforço consciente.
conação
(latim conatio, -onis, esforço, empenho)
s. f.
1. Psicol. Processo mental de formação da vontade e da intenção.
2. Esforço consciente.
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