Páginas

Mostrar mensagens com a etiqueta Artes e espectáculos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Artes e espectáculos. Mostrar todas as mensagens

sábado, 31 de março de 2012

Extra! Extra! Vilas Boas de biquini!

Calma pessoal! Não estou a falar do André Villas-Boas, treinador, se era isso que vinhas à procura lamento. O jornal Record está a levar a cabo (eh lá...) a votação "Miss Fanática Record" aproveito para apresentar uma das candidatas, Sara Vilas Boas. É uma boa candidata sem dúvida, não fosse ela uma leoa!

Sara Vilas Boas, candidata Miss Fanática Record

domingo, 2 de outubro de 2011

Roman Polanski: "Claro que me he arrepentido"

Roman Polanski fez filmes maravilhosos, alguns são verdadeiramente obras primas do cinema, como "O pianista" e "Tess" - que são os meus favoritos -contudo é um pessoa que me causa uma repulsa inexplicável. Explicando, são vários os casos sexuais em que ele esteve envolvido (link) e no entanto, apesar da frase do título, não me convence que está mesmo arrependido.

"En los 70 una relación sexual no significaba nada" desculpa-se Polanski, até pode ser, e era, mas relações entre adultos e NÃO com crianças. Ainda para mais com drogas à mistura. Para mim não há desculpa possível, apesar de toda a sua genialidade cinematográfica.

Outro facto, mal explicado na vida de Polanski, a morte da sua bela e 2ª esposa, Sharon Tate, perpetrada por Charles Manson e seus seguidores, em 1969. Acredita-se, contudo, ainda hoje que quem a matou foi... o próprio Polanski, (link). Uma boa teoria da conspiração? Talvez. Melhor ainda, esta entrevista com Christopher Jones que protagonizou um caso, diz ele, com a bela e misteriosa Tate, que afinal de inocente teria muito pouco. A  entrevista é longa mas vale a pena a tórrida leitura, linkMas e o que acha Roman Polanski disto tudo?
El director habla también con Rochebin en un tono de confidencia sobre el asesinato de su mujer, Sharon Tate, que murió cuando estaba embarazada de ocho meses: "Las sospechas recayeron sobre mí al principio, hasta que detuvieron a Charles Manson, porque acababa de rodar Rosemary's Baby. Fue una acusación insoportable", recuerda. Sobre su (mala) fama, Polanski cree que empezó entonces, y que en los últimos tiempos "ha ido creciendo como una bola de nieve por culpa de Internet". Link
Por culpa da Inernet. E eu que pensava que a má fama se devia a comportamentos inaceitáveis como drogar e violar meninas de 13 anos. A verdade é que, a genialidade não tem de ter um preço, nem pode nunca estar acima das demais regras de convivência na sociedade. E não interessa se ele se chama Polanski ou Allan Stewart Konisberg - também conhecido por Woody Allen.

"Claro que me he arrepentido", será mesmo?

É, hoje acordei mal disposto.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Stanley Kubrick (1928-1999)

Lolita, 1962



A Clockwork Orange, 1971


Barry Lyndon, 1975


The Shining, 1980



Eyes Wide Shut, 1999


Stanley Kubrick - A Life In Pictures (Documental). Vida y obra del director narrada por Tom Cruise

Torrent

segunda-feira, 16 de maio de 2011

El sueño


Si el sueño fuera (como dicen) una
tregua, un puro reposo de la mente,
¿por qué, si te despiertan bruscamente,
sientes que te han robado una fortuna?

¿Por qué es tan triste madrugar? La hora
nos despoja de un don inconcebible,
tan íntimo que sólo es traducible
en un sopor que la vigilia dora

de sueños, que bien pueden ser reflejos
truncos de los tesoros de la sombra,
de un orbe intemporal que no se nombra

y que el día deforma en sus espejos.
¿Quién serás esta noche en el oscuro
sueño, del otro lado de su muro?

Jorge Luis Borges. El otro, el mismo (1964)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

“Mona Lisa é um homem”, dizem peritos italianos

 
A Mona Lisa, de Leonardo Da Vinci, não pára de intrigar. Desta vez, há quem defenda que quem se esconde por detrás do enigmático sorriso é um jovem que trabalhou como assistente do mestre do Renascimento. No final do ano passado, um grupo de investigadores revelou a descoberta de símbolos nunca vistos na pintura: Uma letra “L” num dos olhos; a letra “S” no outro, para além do número 72: “O 72, na tradição judia é o nome de Deus. 72 são os profetas e 72 os discípulos de Cristo no Novo Testamento”, refere o presidente do Comité italiano para a Valorização dos Bens Históricos. Segundo Silvano Vincente, autor desta tese, quem serviu de modelo a Mona Lisa foi Gian Giacomo Caprotti, conhecido como Salai, que terá tido com Da Vinci uma relação, dita, ambígua. Vincente defende que as letras “L” e “S” são as iniciais de Leonardo e Salai. Todas estas revelações deixam os peritos do Museu do Louvre, onde a pintura se encontra, bastante cépticos.

Fonte: euronews

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Google Art Project, uma espécie de Street View dos Museus


A Google é uma empresa da qual sou um verdadeiro fã. Desde a sua génese, o seu crescimento e a fase de maturação que fez poucas coisas de valor duvidoso, mas que já fez imensas de valor incomensurável. Uma das mais recentes, e de enorme relevo, é o Google Art Project. É um projecto executado em parceria com muitos museus de arte do mundo, e onde se pode fazer uma visita virtual, como por exemplo: Van Gogh Museum em Amsterdam, Museo Thyssen em Madrid (estive lá recentemente - é fabuloso), The State Tretyakov Gallery de Moscovo (espero visitar neste verão...), o Metropolitan Museum of  Art New York City - onde estarei ainda este mês, e muito outros. 

Uma visita que vale bem a pena desfrutar.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

O fim do mundo aproxima-se rapidamente...

O que eu tenho gozado com as previsões, entre outros, de Nostradamus que previu o fim do mundo para o ano 2012. Bom, chegou a altura de fazer aqui um mea culpa. Porquê? Luciana Abreu e Yannick Djaló divulgaram ontem o nome com que batizaram a primeira filha: chama-se Lyonce Viiktórya. Só o facto de isto ser pensado seriamente (?) é um indicador que o fim do mundo aproxima-se rapidamente. Mas ao som de uma música, assim com estilo:

Nome da Criança by vpalmeirim


quinta-feira, 18 de novembro de 2010

La Junta de Andalucía estudia la inclusión del flamenco como asignatura

From Evernote:

La ministra afirma que la declaración compromete a Gobiernos, instituciones y sociedad. 

El presidente de la Junta, José Antonio Griñán, acaba de anunciar que la Junta estudiará la inclusión del flamenco, recién reconocido por la Unesco como Patrimonio de la Humanidad, como asignatura en los colegios.
También la ministra de Cultura, Ángeles González-Sinde, ha reconocido su alegría por la declaración como Patrimonio Inmaterial de la Humanidad del flamenco y de otras expresiones culturales españolas y ha destacado la "promoción enorme" que va a suponer para todas ellas entrar en un "club muy selectivo" como el de la Unesco.

En declaraciones en el Senado, la ministra ha subrayado que la declaración, "compromete" a gobiernos, instituciones y sociedad en la preservación y fomento de estas expresiones culturales para que se conserven "tal y como" han sido heredadas "desde hace siglos" y para fomentar también "su evolución".

"Y es una promoción enorme. Pasan a estar en una lista muy exclusiva, un club muy selectivo en quién entra a formar parte y que se da a conocer en todo el mundo", ha concluido.

Howard Jacobson. O judeu que tem medo de sinagogas

From Evernote:

Howard Jacobson. O judeu que tem medo de sinagogas

Ganhou o Man Booker Prize e é conhecido como o Philip Roth inglês, mas diz-nos que preferia ser a "Jane Austen judaica"

Aconteceu uma coisa engraçada quando Howard Jacobson venceu o Man Booker no passado dia 12 de Outubro. Em vez da reacção tradicional do público - euforia por parte do séquito do vencedor, aplausos anémicos correspondidos com inveja e amargura por parte de todos os outros - o anúncio foi recebido com aplausos sonoros e prolongados. Uma mão cheia de pessoas que nem sequer tinham qualquer relação com Jacobson levantaram-se e aplaudiram.

"Acho que é por ser alguém que já aqui anda há muito tempo", diz Jacobson. "Houve também o sentimento de ''graças a Deus, ganhou um velho", ironiza o escritor de 68 anos.

O livro vencedor, "The Finkler Question" (ainda não traduzido para português), é o 11.o romance de Jacobson. É uma escolha invulgar para Booker por mergulhar na experiência judaica britânica, algo que poucos romances britânicos contemporâneos fizeram, e por que é, pelo menos à superfície, tão exuberantemente cómico. Conta a história de três amigos, dois judeus e um, Julian Treslove, que o deseja ser. Quando Treslove é atacado por um gatuno que resmunga qualquer coisa como "És o Julian", ou possivelmente "És judeu!", a experiência envia-o numa longa exploração da natureza do judaísmo cultural, social e político. Debate-se com questões como: "O que faz de alguém judeu?" É anti-semítico fazer generalizações sobre o que faz de alguém judeu? Porque motivo os judeus britânicos são mais abertos e cordiais do que os não-judeus britânicos?

Alguns leitores perceberam mal as personagens. "As pessoas acham que são caricaturas de judeus que desaprovam Israel", diz Jacobson, sentado no seu apartamento do SoHo, com a nova estatueta do Man Booker atrás dele. "Mas não são. São caricaturas de judeus que exibem a sua desaprovação de Israel."

Senhor Júri Andrew Motion, presidente do júri do Booker, considera que a subtileza da escrita de Jacobson, a forma como mistura comédia e tragédia não era, talvez, suficientemente apreciada. "Há um particular prazer em ver alguém que é assim tão bom receber finalmente o que merece", afirma, acrescentando que "The Finkler Question" é "muito inteligente e muito engraçado", como é, geralmente, o trabalho de Jacobson. "Mas também é, de uma forma bastante interessante, um livro muito triste e melancólico. É cómico, é alegre - mas é uma alegria negra."

O autor gostou sobretudo da incerteza que o acompanhou ao longo da obra: "Assim que aceitamos que existe um vaivém constante de compreensão e falta de compreensão, tudo é possível. É essa a maravilha do romance. O romance é a grande forma em que todas essas possibilidades fluem e desaguam ao mesmo tempo. Nada é definitivo, nada está acabado, nada está determinado."

Jacobson cresceu em Manchester, com um pai que trabalhava como animador de crianças e tinha uma banca de venda de bugigangas. Inteligente, estudioso e intelectualmente ambicioso, estudou Literatura Inglesa em Cambridge com o lendário F.R. Leavis. "Sou um inglês literário à antiga", diz. "Até à medula - ele é George Eliot, Dickens, Dr. Johnson ou Jane Austen." No início, diz, tentou emular os seus heróis.

"Queria escrever as frases mais obscuras algumas vez vistas e queria escrever sobre a experiência da casa de campo inglesa", explica. "Consegue ver o problema. Não fui muito longe."

As lutas académicas na universidade onde começou a trabalhar como professor conduziram-no ao seu primeiro romance, "Coming From Behind" (1983), uma farsa universitária com um herói judeu. "Foi então que descobri que gostava de escrever sobre judeus", confessa. "Toda a minha família ficou espantada." Imita a resposta deles: "Tu não te interessas por judeus!"

"Fui educado como judeu mas naquela maneira de ser judeu - a maneira de Nova Iorque", prossegue Jacobson. "Éramos judeus de estômago, éramos judeus de anedotas de judeus, éramos judeus de bagel. Não íamos à sinagoga. Ainda hoje tenho medo de sinagogas."

Poucos romancistas contemporâneos escreveram sobre a experiência dos judeus na Grã-Bretanha. Por causa da sua posição rara na paisagem literária, Jacobson tem sido apelidado de "Philip Roth inglês", mas ele preferia que o chamassem de "Jane Austen judaica".

"Sou um escritor inglês que por acaso sabe alguma coisa sobre judeus e que gostaria de escrever como Jane Austen, com um pouco de iídiche", revela.

Resiste também a ser definido como um escritor puramente humorístico e, de facto, "The Finkler Question" acaba num tom que nada tem de humorístico.

"Para mim, ser um escritor cómico é, obviamente, ser também sério", diz Jacobson. "Mas quando ouço as pessoas chamarem-me de romancista cómico, só me apetece gritar, porque eles querem dizer uma coisa diferente. Posso chamar-me de romancista cómico, no entanto, porque sei o que quero dizer quando o digo."

Fonte: Jornal i 

terça-feira, 16 de novembro de 2010

"The Promise". De quando o Boss teve as suas noites de discos perdidos

From Evernote:

O prometido é devido. Bruce Springsteen edita hoje as canções que ficaram de fora "Darkness On The Edge of Town".

O prometido é devido. Bruce Springsteen edita hoje as canções que ficaram de fora "Darkness On The Edge of Town".

 Em 1975 Bruce Springsteen era finalmente uma estrela a nivela planetário - apesar de ser um erro astronómico assumir que um astro precisa de se esforçar para atingir o nível de um planeta. "Born To Run" vendeu milhões de discos e o músico de culto foi capa da "Time" e "Newsweek" na mesma semana, uma honra só concedida a O.J. Simpson e ao iPad.

Na ressaca de uma temporada de concertos esgotados e alguma atenção mediática a mais - em Londres, Bruce foi visto a rasgar cartazes que promoviam o seu disco - Springsteen fechou-se em estúdio e pediu que o deixassem em paz. Uma pessoa não obedeceu: Mike Appel, antigo manager do músico, levou-o a tribunal por uma suposta quebra de contrato que resultou num período de três anos em que Bruce esteve proibido de editar.

Mas enquanto advogados esgrimiam alíneas do Código Civil, o cantor também conhecido como Boss (uma alcunha que detesta por não gostar de qualquer tipo de chefe) continuou a compor. Dessas sessões de gravação saiu "Darkness on The Edge of Town" (1978), um disco mais pessimista e menos popular, e mais uma série de canções que ficaram no baú - ou em bootlegs de fraca qualidade. Até hoje.

"The Promise", disco subtitulado "The Lost Sessions: Darkness on the Edge of Town" traz para a luz do dia as faixas gravadas no final dos anos 70 e deixadas a marinar em fracas expectativas. É que depois de "Darkness..." veio "The River" e daí por adiante até "Born In The USA", um dos discos mais vendidos de sempre. A carreira do músico de Nova Jérsia estava lançada e as canções perdidas pareciam ser apenas uma nota de rodapé numa carreira notável.



Cápsula do tempo

O disco que começa a ser vendido hoje - uma edição de luxo com três CDs, três DVDs e um pequeno livro sai a 22 deste mês - é composta por 21 canções que não couberam em "Darkness on The Edge of Town" nem em outro disco que se seguiu. Na verdade, "The Promise" funciona perfeitamente como um disco independente e apesar das suas canções terem sido gravadas ao mesmo tempo que as de "Darkness", o tom é surpreendentemente mais alegre.

Ainda assim, é claro que este é um disco de outros tempos: a produção é claramente vinda dos 70s e as gravações foram marcadas por eventos como a morte de Elvis: "Fire" é um tributo ao falecido e em "Come On" ouve-se mesmo a frase "the man on the radio said Elvis Presley died".

"A maioria das canções está no disco tal e qual foi gravada há anos. Aquelas que eu trabalhei, fiz só aquilo que teria feito na altura e nada mais", conta Bruce Springsteen no livrete que acompanha o disco. Em "The Promise", o músico de 61 anos faz uma coisa que disse que nunca ia fazer: uma canção sobre um processo em tribunal - o seu. A faixa-título é sobre um homem que trabalha numa banda de rock''n''roll à procura daquele "som de milhões de dólares" com um "segredo que devia ter guardado". 

Mais de 30 anos depois esse segredo é revelado com "The Promise", o 17º disco que na verdade podia ter sido o quinto.

Fonte: Jornal i, Luís Leal Miranda, Publicado em 16 de Novembro de 2010

domingo, 7 de novembro de 2010

Un desnudo de Modigliani se vende por 49 millones de euros

La pintura Nu assis sur un divan (La Belle Romaine), de Amedeo Modigliani (1884-1920), ha logrado un nuevo precio récord para una obra del pintor italiano al ser comprada por 49 millones de euros (68,9 millones de dólares) durante una subasta de arte impresionista y moderno en la sede de Sotheby's en Nueva York. La obra de Modigliani, pintada en 1917, se considera, según los responsables de la casa de pujas, "uno de los mejores desnudos de la historia del arte" junto con el El nacimiento de Venus de Sandro Botticelli (1445-1510), la Venus del espejode Diego Velázquez (1599-1660) y la Olympia de Édouard Manet (1832-1883).
PS: São só uns trocos...

sábado, 6 de novembro de 2010

La Sagrada Familia y Gaudí protagonizarán una exposición en el Vaticano en primavera

La vida y obra del arquitecto Antoni Gaudí protagonizarán una gran muestra entre abril y mayo de 2011 en el Braccio de Carlo Magno, la sala de exposiciones alojada en el ala izquierda de la gran columnata de Bernini de la plaza de San Pedro del Vaticano. El comisario será Daniel Giralt-Miracle, que ya fue el responsable del Año Gaudí en 2002.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Como encantar West End?

A pergunta poderá ser respondida pela vimaranense de 25 anos, de seu nome Sofia Escobar, que interpreta a personagem "Christine Daaé" no musical "Fantasma da Ópera" criado por Andrew Lloyd Webber em 1986. Esta jovem portuguesa há quatro anos foi para Londres estudar na Guildhall School of Music e neste momento apresenta um currículum assinalável, já integrou o "Fantasma da Ópera" há dois anos, mas era a "Christine" substituta. No ano passado, foi "Maria", protagonista do "West Side Story", papel que lhe valeu críticas excelentes. Ao escutarmos a sua voz percebemos porquê que foi a escolhida entre milhares de candidatos e a forma elogiosa como é tratada pelos londrinos, na sua interpretação de um dos musicais mais bem sucedidos do mundo. A não perder a entrevista com Sofia Escobar, amanhã sábado 23, na Revista Única distribuída com o Jornal Expresso. 
Enhanced by Zemanta
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Procurar na Bancada de Imprensa

Pesquisa personalizada

Número total de visualizações de páginas

SiteMeter

FeedBurner FeedCount

Page Rank

Subscribe via email

Enter your email address:

Delivered by FeedBurner