sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Um grande avanço, ou o princípio do fim?



Os avanços tecnológicos ao dispor da ciência, e da Saúde em particular, vão sempre entroncar nas questões morais. É o caso desta investigação liderada pelo famoso Dr. Richard R. Behringer.

"Using stem cell technology, reproductive scientists in Texas, led by Dr. Richard R. Berhringer at the M.D. Anderson Cancer Center, have produced male and female mice from two fathers. The study was posted today (Wednesday, December 8) at the online site of the journal Biology of Reproduction. The achievement of two-father offspring in a species of mammal could be a step toward preserving endangered species, improving livestock breeds, and advancing human assisted reproductive technology (ART). It also opens the provocative possibility of same-sex couples having their own genetic children, the researchers note."

Antes de qualquer outra coisa devemos esperar por conclusões mais aprofundadas, porque a situação delicada assim demanda, mas também porque em 2008, os pesquisadores Andrew J. Pask e Marilyn B. Renfree da Universidade de Melbourne e Richard R. Behringer da Universidade do Texas supostamente conseguiram restaurar a funcionalidade de um gene acentuassomo Col2A1 obtido de tecidos de um tilacino conservados em etanol por 100 anos em coleções de museus. O material genético foi observado funcionando em ratos transgênicos. A pesquisa aumentou as esperanças de eventualmente restaurar a população de tilacinos. 

No entanto, penso não estar enganado, nada de suficientemente relevante foi avançado após a referida descoberta, e este novo caso pode ser uma reedição...

No entanto esta descoberta poderia abrir a caixa de Pandora, coloca-se, e muito bem, a possibilidade de dois indivíduos do mesmo género originarem  os próprios filhos genéticos - o que sendo um avanço incomensurável - poderá originar um novo paradigma de vida. Sobre as questões morais então é melhor nem pensar nas repercussões que causaria semelhante hipótese...

E vocês o que acham? Estamos perto de uma fronteira que não deveremos ultrapassar? Ou pelo contrário, qualquer esforço é válido para perpetuarmos a vida humana?

A minha resposta fica a cargo de Nikola Tesla:

"The scientists of today think deeply instead of clearly. One must be sane to think clearly, but one can think deeply and be quite insane."

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