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domingo, 17 de abril de 2011
Wait For The Summer
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sexta-feira, 15 de abril de 2011
Ás Sextas: Set Me Free
The Sand Band: "Set Me Free"
A broken heart
Is like a broken door
You gotta fix it straight the way
Or it won't work no more
From the start
You were my giding light
Now I'm in the dark
There's nothing left inside
So I'll wait for love to shine on me
I'll wait for love to set me free
You lost your faith in me
I lost my faith in you
We lost our faith in love
That's when you know it's true
And everything you found
Is now a distant sound
And you made your bed
So you must lay down
I'll wait for love to shine on me
I''l wait for love to come and set me free
I'll wait for you to find the strength to be
Who you really are, not who they want you to be
Not who they want you to be
Not who they want you to be
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Absence
“Your absence weighs more
than someone else’s presence”
- “Absence” by Jeffrey McDaniel
Howling Bells Lyrics
"Howling Bells Setting Sun lyrics"
Mother will look with me
Father will pray for me
Religion will wait for me
Nobody waits for this long cant you see
Doers will do for me
What sinners could never dream
Science is in your head
Nobody hurts them selves but themselves can't you tell?
Haters will love in time
And lovers will feel their crime
Patience is all you need
That and the courage it takes just to be
One more day is not enough to change the world
But we'll rise and fall just like the setting sun
One day is not enough to change
But we'll rise and fall just like the setting sun
Yes she will lead me there
And you won't be anywhere
I'll find a quiet path
Somewhere alone where the shadows won't laugh
One more day is not enough to change the world
But we'll rise and fall just like the setting sun
One way is not enough to change
But we'll rise and fall just like the setting sun
Mother will look with me
Father will pray for me
Religion will wait for me
Nobody waits for this long can't you see
Yes she will lead me there
And you won't be anywhere
I'll find a quiet path
Somewhere alone where the shadows won't laugh
One more day is not enough to change the world
But we'll rise and fall just like the setting sun
One way is not enough to change
But we'll rise and fall just like the setting sun*3
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
DUX_XXI Playlist #2 - The begining
A 2ª edição da DUX_XXI playlist é composta por sonoridades tranquilas. Bem ao meu agrado e que eu espero que seja também do vosso.
1. Bang Gang: "It's Allright"
2. Maria Mena: I was made for loving you"
3. Khonoor: "Dusty"
4. Ra Ra Riot: "Ghost Under Rocks"
5. Death Cab for Cutie: "Transatlanticism"
6. Let's Go Sailing: "All I Want From You Is Love"
7. The Cinematic Orchestra: "To build a Home"
8. Lisa Gerrad: "The Sea Whisperer"
9. Jonh Cale: "Rene Magritte"



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1. Bang Gang: "It's Allright"
2. Maria Mena: I was made for loving you"
3. Khonoor: "Dusty"
4. Ra Ra Riot: "Ghost Under Rocks"
5. Death Cab for Cutie: "Transatlanticism"
6. Let's Go Sailing: "All I Want From You Is Love"
7. The Cinematic Orchestra: "To build a Home"
8. Lisa Gerrad: "The Sea Whisperer"
9. Jonh Cale: "Rene Magritte"



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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
The Idiot Bastard Son... (*)
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terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Like a Military Coup
A Euskadi Ta Askatasuna (ETA) é uma organização separatista basca que se encontra sobre pressão. Melhor, sobre uma tremenda pressão. Vários dos seus líderes estão neste momento na cadeia, os partidos políticos bascos demarcam-se da forma de luta praticada pela ETA: uma luta separatista/independentista, marxista-leninista e revolucionária. E por último, a própria população basca, que é quem efectivamente interessa, não se revê nesta forma de luta pela sua justa auto-determinação como um povo.
Eu incluo-me neste lote de pessoas que reprova e considera inaceitável que haja mortes neste processo. Mas nem sempre as coisas foram assim, na altura da ditadura de Franco contava com um enorme apoio da população basca e até do apoio internacional. Mas, quer na ditadura franquista quer na democracia vigente, os espanhóis nunca aceitaram que aquela província seguisse curso natural da evolução política e social de um povo. Povo este, recorde-se, que pouco ou nada se identifica com Espanha - mas hoje menos do que ontem...
Para mim a "batalha" pela independência está definitivamente perdida. E muita da culpa por este facto está nestes senhores aqui representados na foto, que agora anunciam "un alto el fuego permanente, general y verificable, como "compromiso firme" con un proceso de solución definitivo y el final de la confrontación armada". O texto em euskara pode ser lido aqui e o vídeo, também em euskara, pode ser visto aqui.
O governo espanhol já reagiu, adjectivando esta posição de "profundo cepticismo", "insuficiente", "ambígua" e "enganadora". E finalmente aquilo que se espera: "Tudo o que se espera dela é o abandono definitivo às armas." Eu sei ao que soam estas palavras espanholas, é bem verdade que nada que se faça os deixará satisfeitos ao ponto de por exemplo organizar um referendo, mas neste caso têm razão...
Para depois sim, com o poder da palavra sermos independentes.
Para efeitos meramente ilustrativos deixo aqui a letra e música dos Morcheeba "Like a Military Coup"
When the tower tumbled
We began anew
Had no time for warning
Only déjà vu
It comes flashing back
Then just fades to black
All gone
All the land rejoices
Now the coast is clear
No more silent voices to whisper in your ear
I am in my element with a panoramic view
There’s no inspiration like
A military coup
Children blowing kisses
Strangers to the truth
Carrying the wishes of a bygone youth
Bye bye cabaret
Sci-fi agony
All gone
All the land rejoices
Now the coast is clear
No more silent voices to whisper in your ear
I am in my element with a panoramic view
There’s no compensation like
A military coup
A mellow melody
Rolling endlessly
How long
How long
How long
PS: Merda, agora tenho saudades de casa...
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Uma música e uma imagem
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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
DUX_XXI Playlist #1 - Before the begining
E que tal fazer uma playlist de algumas das músicas que aqui já coloquei? Foi esta a pergunta que deu origem a uma rubrica de carácter lúdico mas que, no momento, podem indicar o meu estado de espírito. Confesso que, com tantas coisas complicadas a acontecerem ao mesmo tempo, não é nada fácil manter o meu habitual bom humor. A distância da TM é algo que não está a ser nada fácil de superar. E ainda faltam 14 dias para o seu regresso (*)
(*) Ou para a minha partida, definitiva, de Coimbra...
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domingo, 5 de dezembro de 2010
This dull Earth?
![]() |
| Nile River Delta at Night |
"It is by faith that poetry, as well as devotion, soars above this dull earth; that imagination breaks through its clouds, breathes a purer air, and lives in a softer light."
By Henry Giles.
(*) William Henry Giles Kingston (28 February 1814 - 5 August 1880), writer of tales for boys, was born in London, but spent much of his youth in Oporto where his father was a merchant.
(*) William Henry Giles Kingston (28 February 1814 - 5 August 1880), writer of tales for boys, was born in London, but spent much of his youth in Oporto where his father was a merchant.
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Íntima Fracção e o éter musical
| No íntima fracção encontrei o recobro necessário para muitas noites de vigília. |
Estar acordado pela noite dentro foi um hábito adquirido nas longas noites coimbrãs. De estudo e de... mais estudo, claro. Que isto de se tirar um curso universitário já foi coisa que custou imenso, por incrível que actualmente possa parecer. Onde é que eu ia? Ah, o íntima fracção... este excelente programa, que já foi da Antena 1, da TSF-Rádio Jornal, Rádio Universidade de Coimbra e na Rádio Universitária do Minho, ESEC Rádio online, podcast do GavezDois, RCP (Rádio Clube Português), EMArtv - Andaluzia e finalmente por podcast através da versão online do semanário EXPRESSO... Ufa!
A emitir há
A minha singela homenagem é esta, dar a conhecer o programa ao som do qual fui feliz, tantas e tantas vezes...
Downloads de todas emissões: http://aeiou.expresso.pt/downloads-de-mp3=f211104
wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Íntima_fracção
blog: http://aeiou.expresso.pt/if
EDIT: Agradeço ao próprio Francisco Amaral a correcção das datas. São quase 27 anos no ar, no mínimo espantoso...
EDIT: Agradeço ao próprio Francisco Amaral a correcção das datas. São quase 27 anos no ar, no mínimo espantoso...
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terça-feira, 16 de novembro de 2010
She's the one, in September :)
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"The Promise". De quando o Boss teve as suas noites de discos perdidos
From Evernote: |
O prometido é devido. Bruce Springsteen edita hoje as canções que ficaram de fora "Darkness On The Edge of Town". |
O prometido é devido. Bruce Springsteen edita hoje as canções que ficaram de fora "Darkness On The Edge of Town".
Em 1975 Bruce Springsteen era finalmente uma estrela a nivela planetário - apesar de ser um erro astronómico assumir que um astro precisa de se esforçar para atingir o nível de um planeta. "Born To Run" vendeu milhões de discos e o músico de culto foi capa da "Time" e "Newsweek" na mesma semana, uma honra só concedida a O.J. Simpson e ao iPad.
Na ressaca de uma temporada de concertos esgotados e alguma atenção mediática a mais - em Londres, Bruce foi visto a rasgar cartazes que promoviam o seu disco - Springsteen fechou-se em estúdio e pediu que o deixassem em paz. Uma pessoa não obedeceu: Mike Appel, antigo manager do músico, levou-o a tribunal por uma suposta quebra de contrato que resultou num período de três anos em que Bruce esteve proibido de editar.
Mas enquanto advogados esgrimiam alíneas do Código Civil, o cantor também conhecido como Boss (uma alcunha que detesta por não gostar de qualquer tipo de chefe) continuou a compor. Dessas sessões de gravação saiu "Darkness on The Edge of Town" (1978), um disco mais pessimista e menos popular, e mais uma série de canções que ficaram no baú - ou em bootlegs de fraca qualidade. Até hoje.
"The Promise", disco subtitulado "The Lost Sessions: Darkness on the Edge of Town" traz para a luz do dia as faixas gravadas no final dos anos 70 e deixadas a marinar em fracas expectativas. É que depois de "Darkness..." veio "The River" e daí por adiante até "Born In The USA", um dos discos mais vendidos de sempre. A carreira do músico de Nova Jérsia estava lançada e as canções perdidas pareciam ser apenas uma nota de rodapé numa carreira notável.
Cápsula do tempo
O disco que começa a ser vendido hoje - uma edição de luxo com três CDs, três DVDs e um pequeno livro sai a 22 deste mês - é composta por 21 canções que não couberam em "Darkness on The Edge of Town" nem em outro disco que se seguiu. Na verdade, "The Promise" funciona perfeitamente como um disco independente e apesar das suas canções terem sido gravadas ao mesmo tempo que as de "Darkness", o tom é surpreendentemente mais alegre.
Ainda assim, é claro que este é um disco de outros tempos: a produção é claramente vinda dos 70s e as gravações foram marcadas por eventos como a morte de Elvis: "Fire" é um tributo ao falecido e em "Come On" ouve-se mesmo a frase "the man on the radio said Elvis Presley died".
"A maioria das canções está no disco tal e qual foi gravada há anos. Aquelas que eu trabalhei, fiz só aquilo que teria feito na altura e nada mais", conta Bruce Springsteen no livrete que acompanha o disco. Em "The Promise", o músico de 61 anos faz uma coisa que disse que nunca ia fazer: uma canção sobre um processo em tribunal - o seu. A faixa-título é sobre um homem que trabalha numa banda de rock''n''roll à procura daquele "som de milhões de dólares" com um "segredo que devia ter guardado".
Mais de 30 anos depois esse segredo é revelado com "The Promise", o 17º disco que na verdade podia ter sido o quinto.
Na ressaca de uma temporada de concertos esgotados e alguma atenção mediática a mais - em Londres, Bruce foi visto a rasgar cartazes que promoviam o seu disco - Springsteen fechou-se em estúdio e pediu que o deixassem em paz. Uma pessoa não obedeceu: Mike Appel, antigo manager do músico, levou-o a tribunal por uma suposta quebra de contrato que resultou num período de três anos em que Bruce esteve proibido de editar.
Mas enquanto advogados esgrimiam alíneas do Código Civil, o cantor também conhecido como Boss (uma alcunha que detesta por não gostar de qualquer tipo de chefe) continuou a compor. Dessas sessões de gravação saiu "Darkness on The Edge of Town" (1978), um disco mais pessimista e menos popular, e mais uma série de canções que ficaram no baú - ou em bootlegs de fraca qualidade. Até hoje.
"The Promise", disco subtitulado "The Lost Sessions: Darkness on the Edge of Town" traz para a luz do dia as faixas gravadas no final dos anos 70 e deixadas a marinar em fracas expectativas. É que depois de "Darkness..." veio "The River" e daí por adiante até "Born In The USA", um dos discos mais vendidos de sempre. A carreira do músico de Nova Jérsia estava lançada e as canções perdidas pareciam ser apenas uma nota de rodapé numa carreira notável.
Cápsula do tempo
O disco que começa a ser vendido hoje - uma edição de luxo com três CDs, três DVDs e um pequeno livro sai a 22 deste mês - é composta por 21 canções que não couberam em "Darkness on The Edge of Town" nem em outro disco que se seguiu. Na verdade, "The Promise" funciona perfeitamente como um disco independente e apesar das suas canções terem sido gravadas ao mesmo tempo que as de "Darkness", o tom é surpreendentemente mais alegre.
Ainda assim, é claro que este é um disco de outros tempos: a produção é claramente vinda dos 70s e as gravações foram marcadas por eventos como a morte de Elvis: "Fire" é um tributo ao falecido e em "Come On" ouve-se mesmo a frase "the man on the radio said Elvis Presley died".
"A maioria das canções está no disco tal e qual foi gravada há anos. Aquelas que eu trabalhei, fiz só aquilo que teria feito na altura e nada mais", conta Bruce Springsteen no livrete que acompanha o disco. Em "The Promise", o músico de 61 anos faz uma coisa que disse que nunca ia fazer: uma canção sobre um processo em tribunal - o seu. A faixa-título é sobre um homem que trabalha numa banda de rock''n''roll à procura daquele "som de milhões de dólares" com um "segredo que devia ter guardado".
Mais de 30 anos depois esse segredo é revelado com "The Promise", o 17º disco que na verdade podia ter sido o quinto.
Fonte: Jornal i, Luís Leal Miranda, Publicado em 16 de Novembro de 2010
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segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Songs from a life time #1 (25.10.2010)
Once in a life time comes a man like Timothy "Tim" Charles Buckley (Washington, DC, 14 de fevereiro de 1947 — Santa Mônica, 29 de junho de 1975). Trinta e cinco anos depois, não cansa de ouvir.
Tim Buckley estreou-se em gravações em 1966, após ser visto pelo empresário de Frank Zappa durante uma apresentação em Los Angeles. O álbum, que levava seu nome refletia claramente uma influência do folk, em especial de Bob Dylan; sua voz chamava a atenção pelos agudos, que o aproximavam de um cantor de coral.
"Goodbye and Hello", do ano seguinte, é talvez seu trabalho mais conhecido, no qual o acompanhamento de banda é substituído por intrincados arranjos de cordas e metais, e as letras tornam-se mais ambiciosas.
No seu terceiro álbum, o mais conceituado pela crítica, Tim flerta com o cool jazz de Miles Davis e abaixa seu tom de voz; esta aproximação com o jazz pontuaria também seus álbuns seguintes.
Um dos traços típicos dele era pular de estilo de LP para LP, o que intrigava seus fãs e enlouquecia qualquer gravadora. Assim, se no começo da carreira ("Wings", música de 1966) Buckley empostava a voz como um menestrel medieval, inclusive caprichando no sotaque inglês para soar mais convincente. No final ("Make It Right" de 1972) ele mandava ver em funks lúbricos, gemendo sacanagens S&M. Não era para ser o mesmo cantor mas era. Sua obra-símbolo "Song to the siren" (Canto para a sereia), é um bom exemplo. É a tal melodia composta por Buckley à mesa do café, diante dos olhos de Beckett, em 1967. O letrista fora à casa do cantor apresentar um poema inspirado na "Odisséia", de Homero. O outro leu a letra, fez uma pausa, pegou o violão de 12 cordas e criou a música no ato, quase do modo como ela seria registrada no LP "Starsailor", de 1970. A primeira versão lançada em disco foi na voz de... Pat Boone. Um ano antes. O episódio está descrito no encarte do álbum. "Havia três ou quatro de nós em torno da mesa, completamente surpresos que algo tão lindo pudesse estar nascendo conosco ali", declarou Beckett a Barry Alfonso.
Seus últimos álbuns mostram uma reaproximação com o pop.
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